Uma das novidades do blog será a publicação e fotos do meu acervo particular, originários dos antigos jornais Parlamento e Folha de Conquista e da Revista Conexão. Foto como esta, que estarão acompanhadas do fato a que estão relacionadas – nem sempre políticos.
De um momento para outro a história muda – II
O então deputado Jaques Wagner não topou a (péssima) Kaiser que Guilherme bebeu no camarote da Coca-Cola, na micareta. Era 1988, o segundo ano da administração petista. A micareta acabou…
… mas o PT se manteve no poder em Conquista, com Guilherme três vezes e José Raimundo duas. Já o ex-deputado Wagner, aquele mal-ajambrado da foto de cima, virou o o governador Jaques Wagner, mais elegante e sorridente.
De um momento para outro a história muda – I
Em 1983, no começo do segundo mandato, Pedral vistoria obra de calçamento no bairro Guarany.
Em 1996, Guilherme faz campanha no centro. Seria eleito prefeito pela primeira vez.
O poder dominante ainda vai dominar

Quando poder dominante era mesmo poder dominante o partido principal fazia a convenção do Ginásio de Esportes Raul Ferraz. Na guerra de filiações, usando as armas mais diversas, fez milhares de pessoas se filiarem ao PMDB. Aqui, aparecem o médico Clóvis Assis e o ex-prefeito Murilo Mármore, alem de dois assessores do segundo. O ano era 1987 e Clóvis queria a direção do partido para poder decidir quem seria o candidato a prefeito em 1988. Clóvis defendia o nome de Raul Ferraz. A campanha de Assis dentro do PMDB tinha como mote a frase: O povo quer mudar. E agora José?
O povo não quis mudar e José Pedral manteve o controle partidário. Clóvis saiu e foi candidato a vice de Sebastião Castro, um ano depois, contra Murilo, que se elegeu.
Essa frase ta tipicamente maranhense: O poder dominante ainda vai dominar…O povo quer mudar. E agora José?